Étude 1 sur 10 · Rappel du massacre des Galiléens par Pilate

  1. Étude 1 : Rappel du massacre des Galiléens par Pilate
  2. Étude 2 : Malédiction du figuier stérile
  3. Étude 3 : Annonce de la destruction de Jérusalem
  4. Étude 4 : La nuit à midi
  5. Étude 5 : Le deuxième sceau, le deuxième cavalier
  6. Étude 6 : Le troisième sceau, le troisième cavalier
  7. Étude 7 : Le quatrième sceau, le quatrième cavalier
  8. Étude 8 : Les dix plaies d'Egypte
  9. Étude 9 : La confrontation initiale entre Moïse et Pharaon
  10. Étude 10 : La Sixième Plaie : Les Ulcères

Da 3.ª Páscoa ao início da última semana

  • Lembrança do massacre dos galileus por Pilatos

    A perícope PER229 (Lucas 13,1-5) relata como testemunhas de uma refeição farisaica interpelam Jesus a respeito do massacre de galileus por Pilatos. Jesus recusa ver nisso um castigo divino e chama ao arrependimento pessoal, citando também a queda da torre de Siloé. Ele ensina que a morte é a sorte comum de todos e que somente o arrependimento abre o acesso ao Reino de Deus.

    Lucas 13.5 (Bíblia Livre) :
    Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.
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A última semana antes da prisão

  • Maldição da figueira estéril

    Na segunda-feira, 28 de março do ano 33, no caminho de Betânia a Jerusalém, o Messias Jesus amaldiçoa uma figueira coberta de folhas mas sem fruto, que seca imediatamente. Esse ato, relatado por Mateus e Marcos, é um milagre-parábola que simboliza Israel: muita aparência religiosa, mas nenhuma fecundidade real. Ao emoldurar a purificação do templo em Marcos, esse episódio anuncia o juízo divino sobre uma piedade estéril.

    Marcos 11.12-14 (Bíblia Livre) :
    E no dia seguinte, quando saíram de Betânia, ele teve fome.E vendo de longe uma figueira que tinha folhas, veio ver se acharia alguma coisa nela; mas ao chegar perto dela, nada achou, a não ser folhas, pois não era o tempo de figos.Então Jesus lhe disse: Nunca mais ninguém coma fruto de ti! E seus discípulos ouviram isso.
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  • Anúncio da destruição de Jerusalém

    Em Lucas 19.41-44, Jesus se aproxima de Jerusalém, chora sobre a cidade e anuncia com precisão a sua futura destruição pelos romanos no ano 70 d.C. Somente Lucas relata esse episódio dessa forma. Jesus lamenta que Jerusalém não tenha reconhecido a sua visitação divina. Esta passagem revela ao mesmo tempo a compaixão do Messias e a gravidade da rejeição da revelação divina, situando-se na última semana antes da sua prisão.

    Lucas 9.51 (Bíblia Livre) :
    E aconteceu que, quando completaram-se os dias em que ele viria a ser recebido no alto, ele se determinou a ir para Jerusalém.
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O último dia até a crucificação

  • A noite ao meio-dia

    A perícope 356 analisa o aparecimento de trevas durante a crucificação de Jesus, do meio-dia às 15h, relatado pelos três evangelhos sinóticos. Esse acontecimento cósmico é estudado em suas dimensões cronológicas e teológicas: sinal de juízo divino, cumprimento profético (Amós 8.9, Isaías 53) e véu pudico sobre a ignomínia da cruz. Ele precede as últimas palavras de Jesus e sua morte.

    Lucas 23.46 (Bíblia Livre) :
    E Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito.E tendo dito isto, parou de respirar.
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Confiabilidade das Escrituras e outros temas doutrinários

  • O segundo selo, o segundo cavaleiro

    O artigo APO010 analisa o segundo selo do Apocalipse (Ap 6.3-4): um cavalo vermelho cujo cavaleiro recebe uma grande espada e o poder de tirar a paz da terra. Por meio de quatro símbolos — o cavalo vermelho, o cavaleiro, a espada e a paz retirada — o estudo explora a realidade da guerra como juízo divino e responsabilidade humana, destacando que somente Cristo pode trazer uma paz verdadeira e duradoura.

    Apocalipse 6.1-8 (Bíblia Livre) :
    E eu vi quando o Coreiro abriu um dos selos; e ouvi um dos quatro animais dizendo com voz como de trovão: “Vem, e vê.”NoteXeol é o lugar dos mortosE eu olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado sobre ele tinha um arco; e uma coroa lhe foi dada, e ele saiu como conquistador, e para que conquistasse.E quando ele abriu o segundo selo, eu ouvi o segundo animal dizendo: “Vem, e vê.”E saiu outro cavalo vermelho; e ao que estava sentado sobre ele foi concedido que tirasse a paz da terra, e que uns aos outros se matassem; e uma grande espada lhe foi dada.E quando ele abriu o terceiro celo, eu ouvi o terceiro animal dizer: “Vem, e vê.” E olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava sentado sobre ele tinha uma balança na sua mão.E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: “Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.”E quando ele abriu o quarto selo, eu ouvi a voz do quarto animal dizendo: “Vem, e vê.”E eu olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava sentado sobre ele, seu nome era Morte; e o Xeol o seguia. E foi-lhes dada autoridade para matar a quarta parte da terra, com espada, com fome, com morte por doença, e com os animais ferozes da terra.
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  • O terceiro selo, o terceiro cavaleiro

    O terceiro selo do Apocalipse (Ap 6.5-6) revela um cavalo preto cujo cavaleiro segura uma balança, simbolizando a fome e o racionamento. Depois da conquista e da guerra, a escassez atinge a humanidade. Esta visão ilustra a fragilidade dos sistemas econômicos, a injustiça social entre ricos e pobres e a soberania de Deus mesmo no juízo. Ela nos convida a buscar em Cristo a verdadeira segurança diante da precariedade do mundo.

    Apocalipse 6.5-6 (Bíblia Livre) :
    E quando ele abriu o terceiro celo, eu ouvi o terceiro animal dizer: “Vem, e vê.” E olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava sentado sobre ele tinha uma balança na sua mão.E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: “Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.”
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  • O quarto selo, o quarto cavaleiro

    O artigo APO012 estuda o quarto selo do Apocalipse (Ap 6.7-8) e a aparição do cavalo pálido montado pela Morte. Culminação dos três cavaleiros anteriores, esse cavaleiro recebe o poder de matar a quarta parte da humanidade pela guerra, pela fome, pelas pragas e pelas feras. O artigo destaca a soberania divina que delimita esse terrível juízo e situa esse acontecimento no desenrolar profético do fim dos tempos.

    Ezequiel 14.21 (Bíblia Livre) :
    Porque assim diz o Senhor DEUS: Quanto mais se eu enviar meus quatro calamitosos julgamentos, espada, fome, animais perigosos, e pestilência, contra Jerusalém, para exterminar dela homens e animais!
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  • As dez pragas do Egito

    O artigo 'As dez pragas do Egito' analisa esses acontecimentos bíblicos como uma revelação progressiva de Deus como juiz e libertador, estabelecendo paralelos com o Apocalipse de João. O povo hebreu, oprimido no Egito, vê em Moisés, acompanhado de Arão, o instrumento divino da sua libertação, apesar da recusa tenaz do Faraó.

    Exodo 7-11 (Bíblia Livre) :
    O SENHOR disse a Moisés: Olha, eu te constituí como um deus para Faraó, e teu irmão Arão será teu profeta.Tu dirás todas as coisas que eu te mandarei, e Arão teu irmão falará a Faraó, para que deixe os filhos de Israel saírem de sua terra.E eu endurecerei o coração de Faraó, e multiplicarei na terra do Egito meus sinais e minhas maravilhas.E Faraó não vos ouvirá; mas eu porei minha mão sobre o Egito, e tirarei meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos.E os egípcios saberão que eu sou o SENHOR, quando eu estender minha mão sobre o Egito, e tirar os filhos de Israel do meio deles.E fez Moisés e Arão como o SENHOR lhes mandou; fizeram-no assim.E era Moisés de idade de oitenta anos, e Arão de idade de oitenta e três, quando falaram a Faraó.E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:Se Faraó vos responder dizendo, Mostrai milagre; dirás a Arão: Toma tua vara, e lança-a diante de Faraó, para que se torne cobra.Vieram, pois, Moisés e Arão a Faraó, e fizeram como o SENHOR o havia mandado; e Arão lançou sua vara diante de Faraó e de seus servos, e tornou-se cobra.Então Faraó chamou também sábios e encantadores; e os encantadores do Egito com seus encantamentos fizeram também o mesmo;Pois lançou cada um sua vara, as quais se tornaram cobras; mas a vara de Arão devorou as varas deles.E o coração de Faraó se endureceu, e não os escutou; como o SENHOR o havia dito.Então o SENHOR disse a Moisés: O coração de Faraó está endurecido, que não quer deixar o povo ir.Vai pela manhã a Faraó, eis que ele estará saindo às águas; e põe-te à beira do rio diante dele, e toma em tua mão a vara que se tornou cobra,E dize-lhe: O SENHOR, o Deus dos hebreus, me enviou a ti, dizendo: Deixa meu povo ir, para que me sirvam no deserto; e eis que até agora não quiseste ouvir.Assim disse o SENHOR: Nisto conhecerás que eu sou o SENHOR: eis que ferirei com a vara que tenho em minha mão a água que está no rio, e se converterá em sangue:E os peixes que há no rio morrerão, e federá o rio, e os egípcios terão asco de beber a água do rio.E o SENHOR disse a Moisés: Dize a Arão: Toma tua vara, e estende tua mão sobre as águas do Egito, sobre seus rios, sobre seus ribeiros e sobre seus tanques, e sobre todos os seus depósitos de águas, para que se convertam em sangue, e haja sangue por toda a região do Egito, tanto nos vasos de madeira como nos de pedra.E Moisés e Arão fizeram como o SENHOR havia mandado; e levantando a vara feriu as águas que havia no rio, em presença de Faraó e de seus servos; e todas as águas que havia no rio se converteram em sangue.Assim os peixes que havia no rio morreram; e o rio se contaminou, que os egípcios não podiam beber dele; e houve sangue por toda a terra do Egito.E os encantadores do Egito fizeram o mesmo com seus encantamentos: e o coração de Faraó se endureceu, e não os escutou; como o SENHOR o havia dito.E Faraó, tornando, voltou-se a sua casa, e não pôs seu coração ainda nisto.E por todo o Egito fizeram poços ao redor do rio para beber, porque não podiam beber das águas do rio.E cumpriram-se sete dias depois que o SENHOR feriu o rio.Então o SENHOR disse a Moisés: Entra à presença de Faraó, e dize-lhe: O SENHOR disse assim: Deixa meu povo ir, para que me sirvam.E se não o quiseres deixar ir, eis que ferirei com rãs todo os teu território;E o rio criará rãs, que subirão, e entrarão em tua casa, e no teu quarto, e sobre tua cama, e nas casas de teus servos, e em teu povo, e em teus fornos, e em tuas amassadeiras;E as rãs subirão sobre ti, e sobre teu povo, e sobre todos os teus servos.E o SENHOR disse a Moisés: Dize a Arão: Estende tua mão com tua vara sobre os rios, ribeiros, e tanques, para que faça vir rãs sobre a terra do Egito.Então Arão estendeu sua mão sobre as águas do Egito, e subiram rãs que cobriram a terra do Egito.E os encantadores fizeram o mesmo com seus encantamentos, e fizeram vir rãs sobre a terra do Egito.Então Faraó chamou Moisés e Arão, e disse-lhes: Orai ao SENHOR que tire as rãs de mim e de meu povo; e deixarei ir ao povo, para que sacrifique ao SENHOR.E disse Moisés a Faraó: Tem a honra em meu lugar de dizer quando orarei por ti, e por teus servos, e por teu povo, para que as rãs sejam tiradas de ti, e de tuas casas, e que somente se restem no rio.E ele disse: Amanhã. E Moisés respondeu: Será feito conforme tua palavra, para que conheças que não há ninguém como o SENHOR nosso Deus;E as rãs se irão de ti, e de tuas casas, e de teus servos, e de teu povo, e somente se ficarão no rio.Então saíram Moisés e Arão da presença de Faraó, e clamou Moisés ao SENHOR acerca das rãs que havia posto a Faraó.E o SENHOR fez conforme a palavra de Moisés, e morreram as rãs das casas, dos pátios, e dos campos.E as juntaram em amontoados, e faziam cheirar mal a terra.E vendo Faraó que lhe haviam dado repouso, agravou seu coração, e não os escutou; como o SENHOR o havia dito.Então o SENHOR disse a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua vara, e fere o pó da terra, para que se voltem piolhos por toda a terra do Egito.E eles o fizeram assim; e Arão estendeu sua mão com sua vara, e feriu o pó da terra, o qual se tornou piolhos, tanto nos homens como nos animais; todo o pó da terra se tornou piolhos em toda a terra do Egito.E os encantadores tentaram fizeram assim também, para tirar piolhos com seus encantamentos; mas não puderam. E havia piolhos tanto nos homens como nos animais.Então os magos disseram a Faraó: Dedo de Deus é este. Mas o coração de Faraó se endureceu, e não os escutou; como o SENHOR o havia dito.E o SENHOR disse a Moisés: Levanta-te de manhã e põe-te diante de Faraó, eis que ele estará saindo às águas; e dize-lhe: o SENHOR disse assim: Deixa meu povo ir, para que me sirva.Porque se não deixares meu povo ir, eis que enviarei sobre ti, e sobre teus servos, e sobre teu povo, e sobre tuas casas toda variedade de moscas; e as casas dos egípcios se encherão de toda variedade de moscas, e também a terra onde eles estiverem.E naquele dia separarei a terra de Gósen, na qual meu povo habita, para que nenhuma variedade de moscas haja nela; a fim de que saibas que eu sou o SENHOR no meio da terra.E eu porei remissão entre meu povo e o teu. Amanhã será este sinal.E o SENHOR o fez assim: veio toda variedade de moscas incômodas sobre a casa de Faraó, e sobre as casas de seus servos, e sobre toda a terra do Egito; e a terra foi contaminada por causa delas.Então Faraó chamou a Moisés e a Arão, e disse-lhes: Andai, sacrificai a vosso Deus nesta terra.E Moisés respondeu: Não convém que façamos assim, porque sacrificaríamos ao SENHOR nosso Deus a abominação dos egípcios. Eis que, se sacrificássemos a abominação dos egípcios diante deles, não nos apedrejariam?Caminho de três dias iremos pelo deserto, e sacrificaremos ao SENHOR nosso Deus, como ele nos dirá.E disse Faraó: Eu vos deixarei ir para que sacrifiqueis ao SENHOR vosso Deus no deserto, contanto que não vades mais longe; orai por mim.E respondeu Moisés: Eis que, quando eu sair de tua presença, rogarei ao SENHOR que as diversas variedades de moscas se afastem de Faraó, e de seus servos, e de seu povo amanhã; contanto que Faraó não falte mais, não deixando o povo ir sacrificar ao SENHOR.Então Moisés saiu da presença de Faraó, e orou ao SENHOR.E o SENHOR fez conforme a palavra de Moisés; e tirou todas aquelas moscas de Faraó, e de seus servos, e de seu povo, sem que restasse uma.Mas Faraó agravou ainda esta vez seu coração, e não deixou o povo ir.Então o SENHOR disse a Moisés: Entra a Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, diz assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirvam;Porque se não o queres deixar ir, e os detiverdes ainda,Eis que a mão do SENHOR será sobre teus gados que estão no campo, cavalos, asnos, camelos, vacas e ovelhas, com pestilência gravíssima:E o SENHOR fará separação entre os gados de Israel e os do Egito, de modo que nada morra de todo o dos filhos de Israel.E o SENHOR assinalou tempo, dizendo: Amanhã fará o SENHOR esta coisa na terra.E o dia seguinte o SENHOR fez aquilo, e morreu todo o gado do Egito; mas do gado dos filhos de Israel não morreu um.Então Faraó enviou, e eis que do gado dos filhos de Israel não havia um morto sequer. Mas o coração de Faraó se agravou, e não deixou ir ao povo.E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Tomai punhados de cinza de um forno, e espalha-a Moisés até o céu diante de Faraó:E virá a ser pó sobre toda a terra do Egito, o qual originará sarna que cause feridas com ulcerações nos homens e nos animais, por toda a terra do Egito.E tomaram a cinza do forno, e puseram-se diante de Faraó, e espalhou-a Moisés até o céu; e veio uma sarna que causava feridas com ulcerações tanto nos homens como nos animais.E os magos não podiam estar diante de Moisés por causa das feridas, porque houve sarna nos magos e em todos os egípcios.E o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu; como o SENHOR o disse a Moisés.Então o SENHOR disse a Moisés: Levanta-te de manhã, e põe-te diante de Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, disse assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirva.Porque eu enviarei esta vez todas minhas pragas a teu coração, sobre teus servos, e sobre teu povo, para que entendas que não há outro como eu em toda a terra.Porque agora eu estenderei minha mão para ferir a ti e a teu povo de pestilência, e serás tirado da terra.E à verdade eu te pus para declarar em ti meu poder, e que meu Nome seja contado em toda a terra.Todavia te exaltas tu contra meu povo, para não deixá-los ir?Eis que amanhã a estas horas eu farei chover granizo muito grave, qual nunca foi em Egito, desde o dia que se fundou até agora.Envia, pois, a recolher teu gado, e tudo o que tens no campo; porque todo homem ou animal que se achar no campo, e não for recolhido a casa, o granizo descerá sobre ele, e morrerá.Dos servos de Faraó o que temeu a palavra do SENHOR, fez fugir seus criados e seu gado a casa:Mas o que não pôs em seu coração a palavra do SENHOR, deixou seus criados e seus gados no campo.E o SENHOR disse a Moisés: Estende a tua mão até o céu, para que venha granizo em toda a terra do Egito sobre os homens, e sobre os animais, e sobre toda a erva do campo na terra do Egito.E Moisés estendeu sua vara até o céu, e o SENHOR fez trovejar e cair granizo, e o fogo corria pela terra; e choveu o SENHOR granizo sobre a terra do Egito.Houve, pois, granizo, e fogo misturado com o granizo, tão grande, qual nunca houve em toda a terra do Egito desde que foi habitada.E aquele granizo feriu em toda a terra do Egito todo o que estava no campo, tanto homens como animais; o granizo também feriu toda erva do campo, e quebrou os galhos de todas as árvores daquela terra.Somente na terra de Gósen, onde os filhos de Israel estavam, não houve granizo.Então Faraó mandou chamar a Moisés e a Arão, e lhes disse: Pequei esta vez: o SENHOR é justo, e eu e meu povo ímpios.Orai ao SENHOR: e cessem os trovões de Deus e o granizo; e eu vos deixarei ir, e não vos detereis mais.E respondeu-lhe Moisés: Em saindo eu da cidade estenderei minhas mãos ao SENHOR, e os trovões cessarão, e não haverá mais granizo; para que saibas que do SENHOR é a terra.Mas eu sei que nem tu nem teus servos temereis todavia a presença do Deus o SENHOR.O linho, pois, e a cevada foram feridos; porque a cevada estava já espigada, e o linho em flor.Mas o trigo e o centeio não foram feridos; porque eram tardios.E saído Moisés da presença de Faraó da cidade, estendeu suas mãos ao SENHOR, e cessaram os trovões e o granizo; e a chuva não caiu mais sobre a terra.E vendo Faraó que a chuva havia cessado e o granizo e os trovões, perseverou em pecar, e agravou seu coração, ele e seus servos.E o coração de Faraó se endureceu, e não deixou ir aos filhos de Israel; como o SENHOR o havia dito por meio de Moisés.E o SENHOR disse a Moisés: Vai à presença de Faraó; porque agravei o coração dele, e o coração de seus servos, para fazer entre eles estes meus sinais;e para que contes a teus filhos e a teus netos as coisas que eu fiz em Egito, e meus sinais que realizei entre eles; e para que saibais que eu sou o SENHOR.Então vieram Moisés e Arão a Faraó, e lhe disseram: O SENHOR, o Deus dos hebreus disse assim: Até quando não quererás te humilhar diante de mim? Deixa ir a meu povo para que me sirvam.E se ainda recusas deixá-lo ir, eis que trarei amanhã gafanhotos em teu território,os quais cobrirão a face da terra, de modo que não se possa ver a terra; e ela comerá o que restou salvo, o que vos restou do granizo; comerão também toda árvore que vos produz fruto no campo;e encherão tuas casas, e as casas de todos os teus servos, e as casas de todos os egípcios, que nunca viram teus pais nem teus avós, desde que eles existiram sobre a terra até hoje. E voltou-se, e saiu da presença de Faraó.Então os servos de Faraó lhe disseram: Até quando este nos será por laço? Deixa ir a estes homens, para que sirvam ao SENHOR seu Deus; ainda não sabes que Egito está destruído?E Moisés e Arão voltaram a ser chamados a Faraó, o qual lhes disse: Andai, servi ao SENHOR vosso Deus. Quem e quem são os que irão?E Moisés respondeu: Iremos com nossos meninos e com nossos idosos, com nossos filhos e com nossas filhas; iremos com nossas ovelhas e com nossas vacas, porque temos solenidade do SENHOR.E ele lhes disse: Assim esteja o SENHOR convosco se eu vos deixar ir a vós e a vossos meninos; olhai como o mal está diante de vosso rosto.Não será assim: ide agora vós, os homens, e servi ao SENHOR; pois isto é o que vós pedistes. E eles foram expulsos de diante de Faraó.Então o SENHOR disse a Moisés: Estende tua mão sobre a terra do Egito para gafanhotos, a fim de que subam sobre a terra do Egito, e consumam tudo o que o granizo deixou.E estendeu Moisés sua vara sobre a terra do Egito, e o SENHOR trouxe um vento oriental sobre aquela terra durante todo aquele dia e toda aquela noite; e na manhã o vento oriental trouxe os gafanhotos;E os gafanhotos subiram sobre toda a terra do Egito, e pousaram em todos os termos do Egito, em gravíssima maneira; antes dela não houve gafanhotos semelhantes, nem depois deles vieram outros tais;E cobriram a face de todo o país, e aquela terra se escureceu; e consumiram toda a erva da terra, e todo o fruto das árvores que o granizo havia deixado; que não restou coisa verde em árvores nem em erva do campo, por toda a terra do Egito.Então Faraó fez chamar depressa a Moisés e a Arão, e disse: Pequei contra o SENHOR vosso Deus, e contra vós.Mas rogo agora que perdoes meu pecado somente esta vez, e que oreis ao SENHOR vosso Deus que tire de mim somente esta morte.E saiu da presença de Faraó, e orou ao SENHOR.E o SENHOR voltou um vento ocidental fortíssimo, e tirou os gafanhotos, e lançou-os ao mar Vermelho; nem um gafanhoto restou ao todo o território do Egito.Mas o SENHOR endureceu o coração de Faraó; e não permitiu a saída dos filhos de Israel.E o SENHOR disse a Moisés: Estende tua mão até o céu, para que haja trevas sobre a terra do Egito, tão intensas que qualquer um as apalpe.E estendeu Moisés sua mão até o céu, e houve densas durante trevas três dias por toda a terra do Egito.Nenhum podia ver seu próximo, nem ninguém se levantou de seu lugar em três dias; mas todos os filhos de Israel tinham luz em suas habitações.Então Faraó fez chamar a Moisés, e disse: Ide, servi ao SENHOR; somente restem vossas ovelhas e vossas vacas; vão também vossas crianças convosco.E Moisés respondeu: Tu também nos entregarás sacrifícios e holocaustos para que sacrifiquemos ao SENHOR nosso Deus.Nossos gados irão também conosco; não ficará nem uma casco; porque deles tomaremos para servir ao SENHOR nosso Deus; e não sabemos com que serviremos ao SENHOR, até que cheguemos ali.Mas o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não quis deixá-los ir.E disse-lhe Faraó: Retira-te de mim; guarda-te que não vejas mais meu rosto, porque em qualquer dia que vires meu rosto, morrerás.E Moisés respondeu: Bem disseste; não verei mais teu rosto.E o SENHOR disse a Moisés: Uma praga trarei ainda sobre Faraó, e sobre o Egito; depois da qual ele vos deixará ir daqui; e seguramente vos expulsará daqui de todo.Fala agora ao povo, e que cada um peça a seu vizinho, e cada uma à sua vizinha, objetos de prata e de ouro.E o SENHOR fez o povo ser favorecido aos olhos dos egípcios. Também Moisés era muito grande homem na terra do Egito, aos olhos dos servos de Faraó, e aos olhos do povo.E disse Moisés: o SENHOR disse assim: À meia noite eu sairei por meio do Egito,E morrerá todo primogênito na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó que se assenta em seu trono, até o primogênito da serva que está atrás do moinho; e todo primogênito dos animais.E haverá grande clamor por toda a terra do Egito, qual nunca foi, nem jamais será.Mas entre todos os filhos de Israel, desde o homem até o animal, nem um cão moverá sua língua; para que saibais que o SENHOR fará diferença entre os egípcios e os israelitas.E descerão a mim todos estes teus servos, e inclinados diante de mim dirão: Sai tu, e todo o povo que está abaixo de ti; e depois disto eu sairei. E saiu-se muito irado da presença de Faraó.E o SENHOR disse a Moisés: Faraó não vos ouvirá, para que minhas maravilhas se multipliquem na terra do Egito.E Moisés e Arão fizeram todos estes prodígios diante de Faraó; mas o SENHOR havia endurecido o coração de Faraó, e não permitiu que os filhos de Israel saíssem da sua terra.
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  • O confronto inicial entre Moisés e o Faraó

    O artigo examina como o primeiro confronto entre Moisés e o Faraó, antes das dez pragas, simboliza um choque de soberanias entre Javé e as divindades egípcias. Moisés desafia a autoridade do Faraó, revelando assim uma luta pelo reconhecimento divino e lançando as bases do juízo vindouro. Este encontro põe em evidência o processo divino de redenção iniciado pela palavra e sublinha a assimetria do poder divino perante as pretensões humanas.

    Exodo 6.1 (Bíblia Livre) :
    O SENHOR respondeu a Moisés: Agora verás o que eu farei a Faraó; porque com mão forte os deixará ir; e com mão forte os expulsará de sua terra.
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  • A sexta praga: as úlceras

    A sexta praga do Egito marca uma viragem importante no Êxodo. Deus fere diretamente os egípcios com úlceras, revelando o colapso dos poderes egípcios e ilustrando a sua fidelidade para com os hebreus. Este gesto simbólico transforma os instrumentos de opressão em instrumentos de justiça, preparando assim a libertação que se aproxima.

    Exodo 9.12 (Bíblia Livre) :
    E o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu; como o SENHOR o disse a Moisés.
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