Estudos 1 a 2
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PER214
As autoridades procuram o Messias Jesus para prendê-lo
Durante a festa dos Tabernáculos em Jerusalém, a multidão questiona a identidade messiânica de Jesus. Apesar da confusão sobre sua origem e das tentativas das autoridades religiosas de prendê-lo, Jesus ensina publicamente no Templo, reafirma sua divindade e anuncia sua próxima partida. Como sua hora ainda não chegou, os guardas não conseguem prendê-lo. Este episódio, exclusivo do evangelho de João (7.25-36), ilustra a crescente oposição entre Jesus e as autoridades religiosas.
João 7.25-36 (Bíblia Livre) :Diziam, pois, alguns dos de Jerusalém: Não é este ao que procuram matar?E eis que ele fala livremente, e nada lhe dizem; por acaso é verdade que os chefes sabem que este realmente é o Cristo?Mas este bem sabemos de onde é: Porém quando vier o Cristo, ninguém saberá de onde é.Exclamava pois Jesus no Templo, ensinando, e dizendo: E a mim me conheceis, e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo; mas aquele que me enviou é verdadeiro, ao qual vós não conheceis.Porém eu o conheço, porque dele sou, e ele me enviou.Procuravam pois prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque sua hora ainda não era vinda.E muitos da multidão creram nele, e diziam: Quando o Cristo vier, fará ainda mais sinais do que os que este tem feito?Ouviram os fariseus que a multidão murmurava estas coisas sobre ele; e os fariseus e os chefes dos Sacerdotes mandaram oficiais para prendê-lo.Disse-lhes pois Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e então me irei para aquele que me enviou.Vós me buscareis, mas não me achareis; e onde eu estou vós não podeis vir.Disseram, pois, os judeus uns aos outros: Para onde este se irá, que não o acharemos? Por acaso ele irá aos dispersos entre os gregos, e a ensinar aos gregos?Que palavra é esta que disse: Vós me buscareis, mas não me achareis; e onde eu estou vós não podeis vir?Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER216
A apreciação contraditória do povo
No último dia da festa de Sucot em Jerusalém (outubro do ano 32), Jesus proclama ser fonte de água viva. A multidão se divide: alguns o reconhecem como o Messias, outros recusam a evidência. Os guardas enviados para prendê-lo desobedecem, impressionados com suas palavras. Nicodemos defende um julgamento justo, enquanto os fariseus apresentam argumentos frágeis. A oposição das autoridades religiosas torna-se fanática, fazendo da morte de Jesus o seu único objetivo.
João 7.40-53 (Bíblia Livre) :Então muitos da multidão, ouvindo esta palavra, diziam: Verdadeiramente este é o Profeta.Outros diziam: Este é o Cristo; e outros diziam: Por acaso vem o Cristo da Galileia?Não diz a Escritura que o Cristo virá da semente de Davi, e da aldeia de Belém, de onde era Davi?Por isso havia divisão de opiniões na multidão por causa dele.E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele.Vieram pois os oficiais dos sacerdotes e fariseus; e eles lhes disseram: Por que não o trouxestes?Os oficiais responderam: Ninguém jamais falou assim como este homem.Responderam-lhes, pois, os fariseus: Estais vós também enganados?Por acaso algum dos chefes ou dos fariseus creu nele?Mas esta multidão, que não sabe a Lei, maldita é.Disse-lhes Nicodemos, o que viera a ele de noite, que era um deles:Por acaso nossa Lei julga ao homem sem primeiro o ouvir, e entender o que faz?Responderam eles, e disseram: És tu também da Galileia? Pesquisa, e vê que nenhum profeta se levantou da Galileia.E cada um foi para sua casa.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org