Étude 1 sur 3 · Parabole de la brebis perdue

  1. Étude 1 : Parabole de la brebis perdue
  2. Étude 2 : La parabole de la brebis perdue et retrouvée
  3. Étude 3 : La parabole du fils prodigue
  • Parábola da ovelha perdida

    A parábola da ovelha perdida (Mt 18.10-14; Lc 15.3-7) é ensinada por Jesus em Cafarnaum em setembro do ano 32 d.C., pouco antes de sua partida definitiva da Galileia. Mateus enfatiza a proteção dos ‘pequeninos’ e a vontade divina de não perder nenhum deles, enquanto Lucas ressalta a alegria celestial pelo pecador arrependido. A figura do pastor remete à missão messiânica de Jesus, o bom pastor que prepara seus discípulos para a sua ausência, prometendo-lhes um guia espiritual.

    João 14.16-18 (Bíblia Livre) :
    E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique sempre convosco;Ao Espírito de verdade, a quem o mundo não pode receber; porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.Não vos deixarei órfãos; eu virei a vós.
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  • A parábola da ovelha perdida e achada

    Este artigo trata da parábola da ovelha perdida no Evangelho de Lucas, destacando a alegria divina pela salvação de um pecador. Insere-se em três relatos parabólicos, que ilustram diferentes nuances da busca e da salvação.

    Lucas 15.11-32 (Bíblia Livre) :
    E disse: Um certo homem tinha dois filhos.E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse.Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.
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  • A parábola do filho pródigo

    O artigo explora a parábola do filho pródigo no Evangelho de Lucas, destacando o perdão e o amor divino. O pai acolhe o filho arrependido, em contraste com o filho mais velho, que critica essa clemência. Esta parábola, charneira do capítulo 15, ilustra a busca divina por aqueles que se perderam. Lucas reorganiza este relato para apoiar sua mensagem teológica sobre o reino dos céus.

    Lucas 15.11-32 (Bíblia Livre) :
    E disse: Um certo homem tinha dois filhos.E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse.Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.
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