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A Vulgata

A Vulgata é uma tradução latina da Bíblia feita por São Jerônimo no final do século IV, a pedido do papa Dâmaso I. Traduzida principalmente do hebraico para o Antigo Testamento e revisada a partir do grego para o Novo Testamento, tornou-se a versão padrão da Igreja Católica Romana por mais de mil anos. O Concílio de Trento a tornou oficialmente a edição autêntica no século XVI. Sua influência sobre a cultura, a teologia e a liturgia ocidentais é considerável.

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A Vulgata

A Vulgata é uma tradução latina da Bíblia feita principalmente por São Jerônimo no final do século IV. Eis alguns detalhes importantes sobre essa tradução:

Origem e contexto

Jerônimo: Em 382, o papa Dâmaso I pediu a São Jerônimo que revisasse as antigas traduções latinas das Escrituras.
Língua: A Vulgata foi redigida em latim, que era a língua corrente da Igreja do Ocidente naquela época.

Conteúdo

Antigo Testamento: Jerônimo traduziu diretamente do hebraico o Antigo Testamento, embora tenha também utilizado a Septuaginta (versão grega do Antigo Testamento) para alguns livros.
Novo Testamento: Ele revisou as traduções latinas existentes do Novo Testamento.

Importância

Padronização: A Vulgata tornou-se a versão padrão da Bíblia para a Igreja Católica Romana por mais de mil anos.
Concílio de Trento: No século XVI, o Concílio de Trento decretou que a Vulgata era a edição autêntica da Bíblia para a Igreja Católica.

Legado

Influência: Ela teve uma influência importante sobre a cultura, a literatura e a teologia ocidentais.
Uso: A Vulgata ainda é usada hoje em algumas liturgias e estudos teológicos, embora traduções mais modernas sejam muitas vezes preferidas para a leitura corrente.

A Vulgata é, portanto, uma obra monumental da tradição cristã, que marcou um ponto de virada na história da tradução bíblica.