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O Deus único e Abrão

Abrão vivia na Mesopotâmia, em um mundo politeísta em que cada força da natureza tinha o seu deus. A revelação que ele recebe é radicalmente diferente: um Deus único, Criador de todas as coisas, que invalida todos os outros deuses. Abrão se submete a essa revelação, conduz sua família a essa nova fé e se torna assim um exemplo fundador para todas as gerações futuras do monoteísmo bíblico.

2 min Abrão Deus único monoteísmo Mesopotâmia politeísmo

O Deus único e Abrão

Abrão vive na Mesopotâmia, onde muitos deuses são venerados. Os homens, não compreendendo as forças da natureza, chamam-nas de deuses.

Há um deus para o sol, um para a lua, um para o mar, e assim por diante. Em alguns casos desesperados, chegaram até a sacrificar seres humanos, às vezes até os próprios filhos, esperando assim obter deles uma reação favorável!

Abrão está impregnado desses costumes, que se tornaram normais aos seus olhos. A revelação de um novo Deus não é, portanto, uma surpresa para ele. No entanto, ele vai se deparar com uma grande singularidade: um Deus único.

Esse Deus não é um recém-chegado ao palco mundial, mais um entre tantos! Ele se revela como o Único, o Criador da terra e dos homens. É Ele, e somente Ele, quem está na origem de tudo o que Abrão pode ver e tocar.

Assim, Abrão se depara com uma realidade que questiona todos os seus conhecimentos espirituais e os relega à categoria de lendas.

Abrão descobre Deus e conduz sua família e seus descendentes a esse conhecimento. Ele se submete a esse Deus e se torna assim um exemplo para todas as gerações futuras.